Capítulo I – Caminhos de emoção Guatacape, São Paulo, Brasil 07 de fevereiro de 2011 Abrindo os olhos na madrugada novamente, ele acendeu a luz de seu quarto e abriu uma gaveta empoeirada, não era limpada há uma enormidade de tempo. Pegando a folha em branco e, como era de praxe, desabafou: “São três da manhã, faltam-me palavras para descrever o que sinto em plena madrugada, para tanto, escrevo. Há quem diga que tudo que alguém produz permanece não só o feito, mas também sua essência, não sei se há algum significado ou se é apenas uma coincidência... Pois é, vamos ao ponto, o céu está estrelado e essa magnificência é acompanhada de uma linda lua cheia. Podia estar melhor?”